Brasil e Argentina o clássico com 113 anos de história

A primeira partida entre as duas seleções aconteceu em 20 de setembro de 1914 em Buenos Aires

Desde então eles se enfrentaram em Copa do Mundo,Copa América e torneios de menor expressão. O clássico já aconteceu em 19 países

Brasil e Argentina se enfrentam nesta sexta-feira(9) em Melbourne, na Austrália. O clássico, que marcará a estreia de Jorge Sampaoli à frente da seleção portenha, servirá também como um teste de avaliação para Tite avaliar alguns jogadores que não vinham sendo convocados para a seleção canarinho.

O clássico já contou com nomes do mais alto calibre: Pelé, Maradona, Zico, Zanetti, Kempes, Ronaldo, Riquelme, Adriano, Batistuta, Ronaldinho Gaúcho e Veron são só alguns dos enormes jogadores que enriqueceram o confronto e ajudaram a manter esse embate como um dos maiores do futebol mundial.

Zico comemorando seu gol contra os argentinos, na Copa do Mundo em 1982. (Foto: Getty Imagens)

Os rivais já se enfrentaram em 107 oportunidades. Buenos Aires foi a cidade que mais vezes recebeu a partida, 29 confrontos aconteceram na maior cidade da Argentina. O Rio de Janeiro foi palco de 21 jogos entre as seleções sulamericanas.

O Brasil lidera o histórico com 44 vitórias nos 107 jogos até o momento, que contam como partidas internacionais oficiais sob os termos e condições da Fifa. Os hermanos sairam vencedores em 37 oportunidades.

Maradona e Dunga brigam pela posse da bola em um Brasil x Argentina

 

No último confronto entre as seleções o Brasil goleou a Argentina, encaminhou a classificação a Copa da Rússia e afundou os rivais em uma das maiores crises vividas pelo futebol portenho.

O duelo é sempre marcado por muita garra e técnica, características que chancelam os jogadores de lado à lado. O jogo em Melbourne marca o início do trabalho de Sampaoli no comando da celeste. O “bielsista” , com seus conceitos e ideias revolucionárias, carrega consigo todo um clamor nacional por um ressurgimento do respeito a camisa bicampeã mundial.

Tite já conseguiu tal proeza, o trabalho realizado até aqui na seleção brasileira é digno de aplausos. Adenor assumiu o Brasil em meio a uma crise de identidade vivida pelos jogadores em campo. Em 9 jogos ele deu a volta por cima, classificou o país para a Copa da Russia em 2018 e agora pode trabalhar uma base diferente.

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