Martin Palermo, os 45 anos ‘del Titán’ da Bombonera

Artilheiro nato, faro de gol apurado, presença de área e acima de tudo muita vibração em campo. Esse era Martín Palermo nos gramados. O eterno camisa 9 do Boca, não começou a carreira no clube xeneize, mas foi pedido e levado para lá por outro gigante do clube. Em 1997, Maradona, já no final da carreira, via o jovem Palermo despontar co destaque no Estudiantes e não pensou duas vezes ao pedir a direção do clube bostero a contratação de ‘El Loco”.

Martín chegou ao Boca para compor elenco ao lado de Diego e saiu como maior artilheiro da história do clube(235 gols em 531 partidas), entrou para o time da história do Boca – coisa que nem mesmo Maradona conseguiu- e um dos maiores vencedores com a camisa ‘azul y oro’. Pelo clube, ganhou duas Libertadores da América, um Mundial de Clubes, duas Copas Sul-Americanas e seis Campeonatos Argentinos.

Em 2007, Palermo liderou o Boca a mais uma conquista da Libertadores, sobre o Grêmio

Em forma de agradecimento pelo serviços prestados, o Boca resolveu dar-lhe uma das traves de presente em sua despedida. Gesto simbólico que eternizava de vez ‘El Titán” no coração da torcida xeneize.

Palermo chega aos 45 anos de idade com a certeza do dever cumprido nas canchas argentinas. Pela seleção, disputou o mundial de 2010,outra vez levado por Maradona. Foi dele o gol agônico que classificou o time para o mundial daquele ano.

Nas Eliminatórias da Copa-2010, Palermo fez um gol salvador contra o Peru

Hoje, Palermo é treinador de futebol. Passou por Arsenal de Sarandí e Godoy Cruz da Argentina até chegar em 2016 no Union Española, do Chile. Ainda sem resultados expressivos à beira do campo.

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